+55 11 3333-5693

Eficiência Energética

 

 

Eficiência Energética é uma atividade técnico econômica que objetiva:

  • Proporcionar o consumo de energia e água, com redução de custos operacionais correlatos;
  • Minimizar contingenciamentos no suprimento desses insumos;
  • Introduzir elementos e instrumentos necessários para o gerenciamento energético e hídrico da empresa ou empreendimento.
 

Como otimizar o consumo e quais são os benefícios?

A redução do consumo pode ser obtida com diversas medidas:

Estudo: Antes de qualquer coisa é necessário conhecer exatamente todas as características de uma instalação para identificar quais pontos deverão ser tratados.
Reúso: utilização de técnicas de reúso de insumos e captação de águas pluviais.
Retrofit: Substituição de equipamentos elétricos por similares mais eficientes;
Iluminação: adequar a iluminação para ficar de acordo com as normas evitando o excesso;
Grandezas elétricas: adequação de grandezas elétricas como harmônicos e fator de potência às características da operação em questão;
Substituição de insumo energético: utilizar de outros recursos para chegar a fins que seriam atingidos através da energia elétrica (aquecedor solar, etc);
Reaproveitamento de energia: utilizar o potencial energético de um aparelho para outros fins (ex: usar a energia térmica extraída de um processo de aquecimento de ar como insumo para aquecimento de água.
A adoção de medidas desta natureza, além de trazer benefícios diretos para o usuário é igualmente benéfica para a sociedade, pois contribui para o desenvolvimento sustentável.

O que é um projeto de eficiência energética?

 

Trata-se de atividade que define ações em determinada operação, visando primordialmente a redução de custos com consumo de insumos energéticos e hídricos, apresentando sugestões de viabilidade técnico-econômica de implantação, incluindo as especificações técnicas, o financiamento do projeto, equipamentos, materiais, serviços e as implantações propriamente ditas, além do gerenciamento do projeto e a gestão dos resultados após o término das intervenções.
Assim, qualquer empresa ou empreendimento pode ser beneficiado com projeto de eficiência energética, através de retrofit de ativos operacionais e instalações, e adequação de procedimentos.

Em resumo, é um conjunto de medidas bem definidas que quando implantadas levarão a uma redução, previamente determinada, dos custos de consumo de água e/ou energia de uma instalação, mantendo-se os níveis de produção e da qualidade do produto final.

Etapas de um Projeto de Eficiência Energética

 
A Energias, sendo uma ESCO, atua diretamente na elaboração e execução de projetos voltados ao Programa Nacional de Eficiência Energética (Lei 9991/00) e pela PROESCO do BNDES.

O contrato de concessão firmado pelas empresas concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica com a ANEEL estabelece obrigações e encargos perante o poder concedente. Uma dessas obrigações consiste em aplicar anualmente o montante mínimo de 0,5% de sua receita operacional líquida em ações que tenham por objetivo o combate ao desperdício de energia elétrica.

 

A ESCO é o braço mais forte que um empreendedor pode contar no quesito de redução de custos do consumo de energia e água. 

O que é uma ESCO?

A palavra ESCO origina-se do termo Energy Services Company, que em português também pode ser empregado como Empresas de Serviços e Conservação de Energia.

ESCOs são empresas de engenharia especializadas em serviços especializadas em Serviços de Conservação de Energia, em outras palavras, em promover Eficiência Energética de de consumo de água nas instalações de seus clientes.

Algumas etapas de serviços oferecidos pos ESCOs

  • Reduzir gastos com energia em suas várias formas de utilização;
  • Avaliar a confiabilidade de fornecimento e possibilidade de substituição de insumo energético;
  • Avaliação de atrativos e oportunidades econômicas;
  • Assessoramento de contratação de financiamento;
  • Implantação das oportunidades identiicadas;
  • Medição e Verificação.
 

A necessidade recente de zelar pelo Meio Ambiente e o amadurecimento do setor de eficiência energética brasileiro mostrou que era necessário criar mecanismos que facilitassem o financiamento dos projetos e Contratos de Performance elaborados pelas ESCOs.

Dentro deste cenário o PROESCO foi criado pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e pelo MME (Ministério de Minas e Energia) com o auxílio de técnicos da ABESCO.

O PROESCO veio resolver o principal entrave para o desenvolvimento do mercado de eficiência energética, que movimenta no país cerca de R$ 200 milhões por ano. Além disso ajuda a gerar novas oportunidades de negócios para as concessionárias, fabricantes de equipamentos eficientes, empresas usuárias de energia e principalmente para as ESCOs.

O foco do PROESCO está nas áreas que contribuem para a economia de energia: iluminação, motores, otimização de processos, ar-comprimido, bombeamento, ar-condicionado e ventilação, refrigeração e resfriamento, produção e distribuição de vapor, aquecimento, automação e controle, distribuição de energias e gerenciamento energético.

Descrição da linha de financiamento

Objetivo

Apoiar projetos de eficiência energética.

 

Beneficiários

  • Empresas de serviço e conservação de energia (ESCOs)
  • Usuários finais de energia

 

Focos de Ação

Intervenções que comprovadamente contribuam para a economia de energia dentre os focos de ações possíveis., Destacam-se os seguintes:

  • Iluminação
  • Motores
  • Otimização de processos
  • Ar comprimido
  • Bombeamento
  • Ar condicionado e ventilação
  • Refrigeração e resfriamento
  • Produção e distribuição de vapor
  • Aquecimento
  • Automação e controle
  • Distribuição de energia
  • Gerenciamento energético
 

Itens Financiáveis 

  • Estudos e projetos
  • Obras e instalações
  • Máquinas e equipamentos
  • Serviços técnicos especializados
  • Sistemas de informação: monitoramento, controle e fiscalização

 

Itens Não Financiáveis 

  • Aquisição ou arrendamento de bens imóveis e benfeitorias
  • Aquisição de máquinas e equipamentos usados

 

Critérios de Apoio

O solicitante deverá apresentar Projeto que permita identificar, analisar e acompanhar detalhadamente o conjunto de ações e metas do qual pretenda contribuir para a conservação do meio ambiente.

Investimentos realizados no projeto objeto de apoio do BNDES até o sexto mês anterior à data da apresentação do pedido poderão ser considerados para efeito de contrapartida ao projeto.

Procedimentos operacionais específicos

a. Para projetos de usuários finais de energia

Os procedimentos são os usuais para enquadramento, análise e contratação, constantes das Políticas Operacionais do BNDES, sejam operações diretas ou indiretas.

b. Para projetos de apoio às ESCOs

As operações de apoio às ESCOs podem ser realizadas nas modalidades de risco compartilhado entre o BNDES e os agentes financeiros ou indireta não automática, onde o agente financeiro assume integralmente o valor financiado e os riscos de crédito.

Os produtos na modalidade com risco compartilhado entre o BNDES (limitado, no máximo, a 80% do valor financiado) e os agentes financeiros (participação mínima de 20% no risco) serão apresentados ao BNDES com a análise do agente financeiro mandatário, após ter sido realizada a certificação da viabilidade técnica por instituição capacitada.

Garantias

Nas operações de financiamento às ESCOs, com risco compartilhado entre o agente financeiro e o BNDES, este poderá se responsabilizar por até 80% dos riscos da operação, devendo os agentes financeiros assumirem, no mínimo, 20%. Nesse caso será cobrada do beneficiário uma comissão especial por assunção de risco e os agente financeiros deverão obrigatoriamente exigir como garantia dos financiamentos as fianças dos controladores da ESCO e o penhor dos direitos creditórios do contrato de prestação de serviços da ESCO com seu cliente.

Nas operações em que o agente financeiro assumir integralmente os riscos de crédito, o estabelecimento das garantias será negociado livremente entre as partes, respeitando-se as normas do BNDES sobre o assunto.

Condições financeiras

Operações com Risco Compartilhado entre o BNDES e o Agente Financeiro (sobre a parcela com risco do BNDES).

Sobre a parcela com risco do BNDES:

Taxa de Juros (Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES + Remuneração do Agente Financeiro Mandatário + Remuneração por Assunção de Risco do BNDES), sendo:

  • Custo Financeiro: Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP)
  • Remuneração Básica do BNDES: 1% ao ano
  • Remuneração do Agente Financeiro Mandatário: 1% ao ano
  • Remuneração por Assunção de Risco do BNDES: 3% ao ano

Operações com risco do Agente Financeiro (Indireta Não-Automática):

Taxa de Juros (Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES + Remuneração do Agente Financeiro), sendo:

  • Custo Financeiro: Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP)
  • Remuneração Básica do BNDES: 1% ao ano
  • Remuneração do Agente Financeiro: a ser negociada pelo Agente Financeiro, limitada a 4%, obedecendo às normas do BNDES sobre o assunto

Operações diretas

Taxa de Juros (Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES + Taxa de Risco de crédito), sendo:

  • Custo Financeiro: Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP)
  • Remuneração Básica do BNDES:1% aos ano
  • Taxa de Risco de crédito: conforme o risco do Beneficiário

Prazo Total

Até 72 meses, incluindo o prazo máximo de carência de até 24 meses.

Nível de Participação

Até 90% dos Itens apoiáveis.

 

Companhias Geradoras

BOA VISTA – Boa Vista Energia S/A
ELETROCAR – Centrais Elétricas de Carazinho S/A.

CERON – Centrais Elétricas de Rondônia S/A.
ELETRONORTE – Centrais Elétricas do Norte do Brasil
CELESC – Centrais Elétricas Santa Catarina S/A
CEA – Companhia de Eletricidade do Amap
COELBA – Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia
CGTEE – Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica
CEB – Companhia Energética de Brasília
CELG – Companhia Energética de Goiás
CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais
CELPE – Companhia Energética de Pernambuco
CESP – Companhia Energética de São Paulo
CEMAR – Companhia Energética do Maranhão
CEEE – Companhia Estadual de Energia Elétrica
CHESF – Companhia Hidro Elétrica do São Francisco
CJE – Companhia Jaguari de Energia
CLFSC – Companhia Luz e Força Santa Cruz
COPEL – Companhia Paranaense de Energia
CPFL Paulista – Companhia Paulista de Força e Luz
Companhia Sul Sergipana de Eletricidade
COPEL-GER – Copel Geração S/A
DMEPC – Departamento Municipal de Eletricidade de Poços de Caldas
ELEKTRO – Elektro Eletricidade e Serviços S/A.

ELETRONUCLEAR – Eletrobrás Termonuclear
ENERGISA – Grupo Energisa
ELFSM – Empresa Luz e Força Santa Maria S/A.
EMAE – Empresa Metropolitana de águas e Energia
EDP – EDP Bandeirante
FURNAS – Furnas Centrais Elétricas
HIDROPAN – Hidroelétrica Panambi S/A.
ITAIPU – Itaipu Binacional
LIGHT – Light Serviços de Eletricidade S/A.
TRACTEBEL ENERGIA

Associações

ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
ABINEE – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica
ABDIB – Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base
ABESCO – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia
ABRATE – Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia
ABRAGE – Associação Brasileira das Grandes Geradoras de Energia Elétrica
ABAR – Associação Brasileira de Agências de Regulação
ABCE – Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica
ABCE – Associação Brasileira de Consultores de Engenharia
ABRADEE – Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica
ABEN – Associação Brasileira de Energia Nuclear
ABEE – Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas
ABILUX – Associação Brasileira de Indústria de Iluminação
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
ABRH – Associação Brasileira de Recursos Hídricos
ABRACEEL – Associação Brasileira dos Agentes Comercializadores de Energia Elétrica
ABRAGET – Associação Brasileira dos Geradores Térmicos
ABRACE – Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia Elétrica
ABRAFE – Associação Brasileira dos Produtores de Ferroligas e de Silício Metálico
APINE – Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica
ABDAN – Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Técnicas e Industriais nas áreas Nuclear
ANACE – Associação Nacional dos Consumidores de Energia

Nossos clientes